Assim que fechei as
janelas, deitei-me para dormi um pouco, acabei dormindo muitas horas. Acordei
ás seis e disse a minha mãe que iria sair com Jus ás oito.
- Que maravilha! Disse ela. Quer um brigadeiro? Acabei de
fazer.
- Quero.
Comi o brigadeiro e
subi para meu quarto, tomei um banho e vesti o vestido azul que tinha comprado
com a Sophia ontem no shopping, coloquei um salto. Eu só tenho 1,53 de altura,
sou bem baixinha para minha idade, e odeio isso. Já eram oito horas quando minha
mãe entrou em meu quarto.
- Filha o Justin está lá fora te esperando no carro.
- Já estou indo mãe.
Desci para a sala e
abri a porta, o Justin estava em um carro belíssimo, um preto. Ele abriu a
porta para mim e assim entrei.
- Que carro bonito!
- Meu pai quem me deu, ele me disse que era para eu sempre
que quisesse ir vê-lo podia ir em meu carro.
Sorri, saímos e ele
me levou até um restaurante que tinha inaugurado na cidade.
- Que lugar bonito não é mesmo?
- É bem romântico.
Ele sorriu para mim e
pedimos a comida. Enquanto esperávamos, ele me disse que tinha noticias de
Jaxon, o irmão dele.
- Quais? Perguntei.
- Jaxon está sendo procurado por o chefe da quadrilha,
parece que não pagou uma dívida, uma coisa assim.
- Já vi muito sobre isso em jornais, no final, ou ele paga
ou matam ele.
- Eu sei, queria muito que essa não fosse à verdade sobre
ele, mais infelizmente é.
A comida avia
chegado, comemos e em seguida ele pagou. Ficamos ali uns vinte minutos,
entramos no carro e ele me levou á um parque que tinha no centro da cidade, Era
belo.
- Vamos à montanha-russa? Perguntou ele.
- Vamos! Falei sorrindo.
Ele comprou os
ingressos e assim entramos. A montanha-russa estava só subindo, assim que
chegou ao topo segurei forte a mão dele, passou alguns segundos até que ela
desceu. Estava muito nervosa, ele parecia calmo mais também gritou. Afinal, o
grito fazia parte da emoção.
- Quer ir à roda gigante agora? Perguntou ele.
- Sim!
Entramos no parque e
logo ele começou a girar, era o parque mais calmo que tinha ali eu acho, Não
durou muito até que acabou. Ele olhou para mim com um sorriso cafajeste e
perguntou:
- Vamos tomar sorvete?
- Vamos.
Ele comprou dois sorvetes e assim sentamos em um banco.
(...)

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